arrow_back Continua Os Possuídos

A Guerra dos Quatro

Cada possuído traz o nome de um deus. O que ainda não te contámos é que os quatro andam a contar.

Os quatro não estão de acordo

Até aqui contámos-te que há quatro deuses e que cada possuído traz o nome de um deles em cima.

O que não te dissemos é que andam a lutar entre eles. E que levam a conta.

Um deus que vai ganhando bate mais forte

Todas as semanas os quatro sobem e descem conforme o que os seus possuídos conseguem lá fora. Não é um número num painel: é o bicho que tens à frente.

Um deus no topo tem acólitos que aguentam mais e batem mais forte. Um humilhado tem-nos moles.

E o melhor: sabes antes de lhe tocares. O nome está escrito por cima dele, e o quadro diz-te como está cada um esta semana. Ver Acolyte of Malakor a uma segunda não significa o mesmo que vê-lo a uma sexta.

Se o matas depressa, fá-lo descer. Se ele te mata a ti, fá-lo subir. Não há maneira de não participar.

E tu tens um lado

Essa religião que escolheste já não é uma linha na tua ficha. É uma equipa, com placar e com uma corrida que acaba todas as semanas.

Os outros três deuses são três em cada quatro possuídos que vais encontrar. Derrubá-los é o teu trabalho.

E aqui não vale alinhar com quem vai à frente: o placar mede-se por fiel, não em bruto. Onze devotos entregues ganham a cinquenta e oito que entram para ver. Escolher a religião pequena não é escolher perder.

O que o vencedor leva também não o ajuda a ganhar outra vez. Acabou-se o deus eterno.

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E se o deus for o teu, a arca dá por isso. Os quatro eventos acabam igualmente bem: com uma arca aos teus pés e sem precisares de chave. Mas se o deus que montou aquele encontro for o mesmo a quem rezas, a arca reconhece um dos seus e larga algo mais. A tua religião não é só uma escolha de história: é alguém à tua espera do outro lado de uma luta.

Cada deus premeia uma forma diferente de jogar

E é isto que faz a escolha significar alguma coisa.

Azkul O Punho de Ferro

Guerra aberta às outras fés. Se o teu forte é arranjar confusão, já sabes de quem és.

Eara A Tecedora do Ouro

Fechar eventos: marés, bosques, cercos. Os que não se ganham sozinho.

Silvar O Guardião da Raiz

Resistência. Os combates longos que acabas por ganhar — aqueles que a todos os outros custam a subir.

Malakor O Véu das Sombras

Ir atrás dos Escolhidos das outras fés. Não mata qualquer um: mata os que têm nome.

Não estás a escolher uma cor. Estás a escolher a que vais dedicar a semana.

A Balança

Por cima das quatro há um quinto número, e esse não tem religião.

Mortais contra deuses.

Aí tanto faz a quem rezas. Ou vai ganhando a gente, ou vão ganhando eles — e o que está em jogo é quanto larga cada possuído que cai.

Quando os deuses se crescem, pagam pior. Quando as pessoas lhes ganham, pagam melhor. Para todos, reces a quem rezares.

É o único número do servidor que se move entre todos ou não se move.

Cada semana acaba

E é isto que muda tudo. A corrida fecha. Há um deus ascendente, e é anunciado ao servidor inteiro.

Os seus fiéis acordam com a marca do seu deus em cima. Vê-se de longe, antes de te aproximares para ler o que quer que seja. Andas por Giran e sabes quem ganhou a semana passada.

E o deus deles anda mais pelo mundo: os seus acólitos aparecem mais vezes.

Um prémio que os vencedores partilham com todos — incluindo os três que lho querem tirar.

O Escolhido

De cada fé sai um. O que mais deu. Leva o título a semana inteira.

E a partir desse momento os possuídos dos outros três deuses procuram-no a ele. Largam os outros e vão atrás de quem leva o nome.

Não é uma recompensa confortável. É um alvo.

É por isso que toda a gente o quer.

No quadro do servidor, na tua língua

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